PREPARATÓRIO ICML LLA I e LLA II
Analista de Laboratório de Lubrificantes - Níveis 1 e 2

A formação definitiva para a excelência e o rigor científico dentro do laboratório. Domine a execução dos principais ensaios sob as normas ASTM mais atualizadas e elimine erros de manuseio para emitir relatórios de máxima confiabilidade.

  • Carga horária: 32 horas
  • Nível de experiência: Intermediário
  • Formato: Presencial, digital ou in company
  • Apostila: Sim
  • Simulado: Sim
  • Certificado de conclusão: Sim

A precisão de um diagnóstico preditivo de campo depende, inteiramente, do rigor técnico aplicado dentro do laboratório. Quando uma análise falha por falta de padronização, contaminação cruzada da amostra ou desconhecimento das nuances de uma norma ASTM, toda a estratégia de manutenção da planta é colocada em risco. O curso LLA I / LLA II da Confialub foi desenvolvido para blindar o seu laboratório contra erros de execução e elevar os resultados ao padrão internacional de qualidade.

Este treinamento inédito e completo cobre integralmente o corpo de conhecimento exigido pelo ICML para as certificações de Analista de Lubrificantes em Laboratório (Níveis 1 e 2). Adotando a consagrada metodologia de diagnóstico dividida em três pilares essenciais — Saúde do Fluido, Contaminação e Desgaste —, você aprenderá a executar com maestria cada ensaio físico-químico. O curso detalha desde o recebimento e o manuseio seguro de amostras até os procedimentos críticos de verificação e calibração de equipamentos analíticos, capacitando você a identificar e neutralizar desvios operacionais que distorcem os resultados.

Com o selo de experiência prática que a Confialub carrega, este treinamento traduz normas técnicas densas em rotinas de alta eficiência. Ao concluir o curso, você terá o domínio analítico necessário para apoiar a interpretação de dados, emitir relatórios técnicos claros e rastreáveis e garantir total conformidade com as boas práticas laboratoriais globais, destacando-se como um especialista certificado e altamente respeitado no setor industrial.


Nível de Experiência Necessário:

Intermediário: Perfeito para técnicos e analistas de laboratório (atuantes ou iniciantes), químicos, estudantes e profissionais de confiabilidade que utilizam dados laboratoriais e buscam dominar a fundo a execução prática dos testes, a calibração de instrumentos e os critérios de qualidade.

Nível I
  1. Papéis e funções de lubrificantes (10%)
    1. Óleo base
      1. Funções
      2. Propriedades
    2. Tipos e funções dos aditivos
      1. Aditivos ativos na superfície e suas funções
      2. Aditivos ativos em óleo bruto e suas funções
    3. Lubrificantes sintéticos
      1. Tipos de lubrificantes sintéticos
      2. Condições que ditam o seu uso
    4. Regimes de lubrificação
      1. Hidrodinâmica
      2. Elastro-hidrodinâmica
      3. Limites
  2. Manuseio e preparo de amostras (5%)
    1. Pureza da amostra
    2. Resuspensão de contaminantes
      1. Volume livre do frasco
      2. Agitação da amostra
  3. Monitoramento da saúde do lubrificante (20%)
    1. Unidades de medidas e métodos de testes das propriedades do fluido
      1. Viscosidade Cinemática (ASTM D445)
      2. Viscosidade Absoluta (Dinâmica) (ASTM D2983)
      3. Índice de viscosidade (ASTM D2270)
      4. Número de acidez (ASTM D974 et al)
      5. Número Base (ASTM D974 et al)
      6. Insolúveis (D893)
      7. Análise de Infra-vermelho por Transformada de Fourier (FTIR)
      8. Teste de Oxidação de Vaso de Pressão Rotativo (ASTM D2272)
      9. Espectroscopia de Emissão Atômica (ASTM D5185, 6595)
    2. Teste para detectar lubrificantes errados ou misturados
      1. Teste para determinar as linhas de base das propriedades físicas e químicas
      2. Identificação de discrepâncias do aditivo
    3. Teste de degradação oxidativa
      1. Métodos e unidades comuns de testes
      2. Efeitos sobre o lubrificante
      3. Efeitos sobre o equipamento
    4. Teste de degradação térmica
      1. Métodos e unidades comuns de testes
      2. Efeitos sobre o lubrificante
      3. Efeitos sobre o equipamento
    5. Testes de degradação/depleção do aditivo
      1. Métodos e unidades comuns de testes
      2. Efeitos sobre o lubrificante
      3. Efeitos sobre o equipamento
  4. Monitoramento de contaminação do Lubrificante (20%)
    1. Contaminação por partículas
      1. Métodos e unidades para se medir contaminação por partículas
        1. Código ISO de contaminação por sólidos (ISO 4406)
        2. Contagem de partículas óticas (ISO 11500, ISO 11171)
        3. Contagem de partículas de bloqueio de poros
      2. Efeitos sobre o lubrificante
      3. Efeitos sobre o equipamento
    2. Contaminação por Umidade
      1. Estados de coexistência de água no óleo
      2. Métodos e unidades para se medir contaminação por umidade
        1. Teste de crepitação (“crackle”) de placa quente
        2. Análise FTIR
        3. Co-destilação
        4. Titulação de Karl Fischer (ASTM D1744 & D6304)
      3. Demulsibilidade da água
        1. Métodos e unidades de testes (ASTM D1401 & 2711)
        2. Causas de demulsibilidade fraca da água
      4. Efeitos da contaminação por água sobre o lubrificante
      5. Efeitos da contaminação por água sobre o equipamento
    3. Contaminação por líquido refrigerante glicol
      1. Métodos e unidades para se medir contaminação por glicol
        1. Espectroscopia elementar
        2. Análise FTIR
        3. Reagente de Schiff (ASTM D2982)
      2. Efeitos sobre o lubrificante
      3. Efeitos sobre o equipamento
    4. Contaminação por fuligem
      1. Métodos e unidades para se medir contaminação por fuligem
        1. Análise Termogravimétrica (TGA) - (ASTM D5967-A4)
        2. Análise FTIR
        3. Insolúveis de pentano (ASTM D893)
      2. Efeitos sobre o lubrificante
      3. Efeitos sobre o equipamento
    5. Contaminação por combustível (diluição de combustível no óleo)
      1. Métodos e unidades para se medir contaminação por combustível
        1. Efeitos da viscosidade (ASTM D445)
        2. Análise FTIR
        3. Teste do ponto de fulgor (ASTM D92, D93 & D3828)
        4. Cromatografia a Gás (ASTM D3524)
      2. Efeitos sobre o lubrificante
      3. Efeitos sobre o equipamento
    6. Contaminação por ar (ar no óleo)
      1. Estados de coexistência
      2. Métodos para se avaliar a contaminação por ar
        1. Características de liberação do ar (ASTM D3427)
        2. Características da estabilidade da espuma (ASTM D892)
      3. Efeitos sobre o lubrificante
      4. Efeitos sobre o equipamento
  5. Monitoramento e Análise de Detritos de Desgaste (20%)
    1. Mecanismos comuns de desgaste
      1. Desgaste abrasivo
        1. Entre dois corpos
        2. Entre três corpos
      2. Fadiga de superfície (fadiga de contato)
        1. Entre dois corpos
        2. Entre três corpos
      3. Desgaste adesivo
      4. Desgaste corrosivo
      5. Desgaste por cavitação
      6. Distribuição por tamanho de partículas de desgaste oriundas de mecanismos comuns de desgaste
    2. Detectando desgaste anormal
      1. Métodos de spectroscopia de emissão atômica
        1. Espectroscopia de plasma induzido por laser (ICP)
        2. Espectroscopia de emissão baseada em fontes de arco e centelha
      2. Medidas da densidade de partículas de desgaste
    3. Análise dos detritos de desgaste
      1. Preparação de ferrograma
      2. Preparação de filtrograma
      3. Efeitos da luz
      4. Efeitos do magnetismo
      5. Tratamento de calor
      6. Microscopia química
      7. Análise morfológica básica
  6. Interpretação de Dados (10%)
    1. Limites
      1. Limites estatísticos
      2. Limites de envelhecimento
      3. Limites baseados em metas
    2. Análise de gráfico de tendências
      1. Análise da taxa de mudança
      2. Efeitos do óleo de reposição (“make-up)
      3. Tendência “Lock-step”
  7. Gerenciamento de Reagentes (5%)
    1. Equipamento e vidraria
      1. Limpeza e preparação
    2. Produtos Químicos
      1. Preparação
      2. Rotulação
      3. Armazenagem
      4. Segurança
      5. Eliminação/descarte
  8. Calibração de Instrumentos (5%)
    1. Materiais de Referência
      1. Normas primárias e secundárias
    2. Documentação
  9. Controle de Qualidade (5%)
    1. Gestão da documentação ou registros
      1. Geração de documentos/registros
      2. Armazenagem dos documentos
    2. Amostras de controle de qualidade
      1. Tipos
      2. Tabelas ou gráficos de controle
    3. Auditorias
      1. Auditoria interna
      2. Auditoria externa

Nível II
  1. Monitoramento da Saúde do Lubrificante (21%)
    1. Viscosidade Cinemática (ASTM D445/ISO 3104)
    2. Viscosidade Absoluta (dinâmica) (ASTM D2983/ISO 3104)
    3. Índice de Viscosidade (ASTM D2270/(ISO 2909)
    4. Número de Acidez Total (ASTM D664, ASTM D974/ISO 6618, ISO 6619)
    5. Número Base Total (ASTM D4739, ASTM D2896, ASTM D974, ASTM D664/ISO 6618, ISO 3771)
    6. Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR) analysis (ASTM E169, ASTM D7418)
    7. Espectroscopia de Emissão Atômica (ASTM D5185, 6595)
    8. Teste de Ponto de Fulgor (ASTM D92, ASTM D93/ISO 2592, ISO 2719, ISO 1523 + ISO 3679 + ISO 13736)
    9. Análise termogravimétrica (TGA) (ASTM D5967)
    10. Reagente de Schiff (ASTM D2982)
    11. Teste de Crepitação
    12. Codestilação (ASTM D6304, Method B/ISO 3733)
    13. Titulação Karl Fischer (ASTM D1744 & D6304, Method A/ISO 10337 +ISO 12937)
    14. Voltametria Cíclica (ASTM 6971)
    15. Insolúveis (ASTM D893)
    16. Teste de oxidação em vaso de pressão rotativo - RPVOT (ASTM D2272)
    17. Características da liberação de ar (ASTM D3427/ISO 9120)
    18. Características da estabilidade da espuma (ASTM D892 /ISO 6247)
    19. Cromatografia a gás (ASTM D3524, ASTM D3525)
    20. Demulsibilidade da Água (ASTM D1401 & 2711/ISO 6614)
    21. Correlação de dados
    22. Testes com exceções
  2. Testes para lubrificantes errados ou misturados (4%)
    1. Viscosidade Cinemática ((ASTM D445/ISO 3104)
    2. Análise do Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR) (ASTM E169, ASTM D7418)
    3. Espectroscopia de Emissão Atômica (ASTM D5185, 6595)
  3. Contaminação por Água (11%)
    1. Escopo e significado de métodos de teste comumente aceitos para análise de água no óleo. Quando executar esses testes e usar dados de testes múltiplos para determinar se os resultados são razoáveis (ASTM D1401 & 2711/ISO 6614)
    2. Causas de baixa demulsibilidade da água
    3. Estados de coexistência de água no óleo
    4. Métodos para se avaliar a contaminação por água
      1. Teste de Crepitação
      2. Análise FTIR (ASTM E169, ASTM D7418)
      3. Codestilação (ASTM D95/ISO 3733)
      4. Titulação Karl Fischer (ASTM D1744 & D6304/ISO 10337 + ISO 12937)
    5. Efeitos da contaminação por água sobre o lubrificante
    6. Efeitos da contaminação por água sobre a máquina
  4. Contaminação por refrigerante glicol (4%)
    1. Escopo e significado de métodos de teste comumente aceitos de análise de óleo para contaminação por glicol. Quando executar esses testes e usar dados de testes múltiplos para determinar se os resultados são razoáveis
    2. Espectroscopia elementar
    3. Análise do Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR) (ASTM E169, ASTM D7418)
    4. Reagente de Schiff (ASTM D2982)
    5. GC (Cromatografia a gás)
    6. Efeitos da contaminação por glicol sobre o lubrificante
    7. Efeitos da contaminação por glicol sobre a máquina
  5. Contaminação por fuligem (4%)
    1. Escopo e significado de métodos de teste comumente aceitos de análise de óleo para contaminação por fuligem. Quando executar esses testes e usar dados de testes múltiplos para determinar se os resultados são razoáveis
    2. Análise termogravimétrica (TGA) - (ASTM D5967)
    3. Análise do Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR) (ASTM E169, ASTM D7418)
    4. Insolúveis em pentano (ASTM D893)
    5. Teste de mata-borrão
    6. Efeitos da contaminação por fuligem sobre o lubrificante
    7. Efeitos da contaminação por fuligem sobre a máquina
  6. Contaminação por fluidos (8%)
    1. Escopo e significado de métodos de teste comumente aceitos de análise de óleo para contaminação por fluidos. Quando executar esses testes e usar dados de testes múltiplos para determinar se os resultados são razoáveis
    2. Viscosidade cinemática (ASTM D445/ISO 3104)
    3. Análise do Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR) (ASTM E169, ASTM D7418)
    4. Teste do ponto de fulgor (ASTM D92 D93 & D3828/ ISO 2592, ISO 2719, ISO 1523 + ISO 3679 + ISO 13736)
    5. Cromatografia a gás (ASTM D3524)
    6. Efeitos da contaminação por fluidos sobre o lubrificante
    7. Efeitos da contaminação por fluidos sobre a máquina
  7. Contaminação por ar (4%)
    1. Escopo e significado de métodos de teste comumente aceitos de análise de óleo para contaminação por ar. Quando executar esses testes e usar dados de testes múltiplos para determinar se os resultados são razoáveis
    2. Estados de coexistência de ar no óleo
    3. Métodos para se avaliar a contaminação por ar
      1. Características da liberação de ar (ASTM D3427/ ISO 9120)
      2. Características da estabilidade da espuma (ASTM D892/ ISO 6247)
    4. Efeitos da contaminação por ar sobre o lubrificante
    5. Efeitos da contaminação por ar sobre a máquina
  8. Contaminação por partículas (6%)
    1. Escopo e significado de métodos de teste comumente aceitos de análise de óleo para contaminação por partículas. Quando executar esses testes e usar dados de testes múltiplos para determinar se os resultados são razoáveis
    2. Código ISO de contaminação por sólidos (ISO 4406)
    3. Uso e calibragem de contagem ótica de partículas (ISO 11500, ISO 11171)
    4. Contagem de partículas por bloqueio de poros
    5. Efeitos sobre o lubrificante
    6. Efeitos sobre a máquina
  9. Monitoração e Análise de Partículas de Desgaste (13%)
    1. Detecção de desgaste anormal
      1. Métodos de espectroscopia de emissão atômica
        1. Espectroscopia de emissão atômica por plasma acoplado indutivamente (ICP)
        2. Espectroscopia por emissão de arco/centelha
      2. Espectroscopia XRF
      3. Medidas da densidade de partículas de desgaste
    2. Análise dos resíduos de desgaste
      1. Preparação de ferrogramas
      2. Preparação de filtrogramas
      3. Efeitos da luz
      4. Efeitos de magnetismo
      5. Tratamento de calor
      6. Microscopia química
      7. Análise morfológica básica
    3. Mecanismos comuns de desgaste
      1. Desgaste abrasivo
        1. Por dois corpos
        2. Por três corpos
      2. Fadiga de superfície (fadiga de contato)
        1. Por dois corpos
        2. Por três corpos
      3. Desgaste adesivo
      4. Desgaste corrosivo
      5. Desgaste cavitacional
    4. Distribuição por tamanho de partículas de desgaste oriundas de mecanismos comuns de desgaste
  10. Interpretação de Dados (11%)
    1. Limites
      1. Compreendendo limites estatísticos (resíduos de desgaste)
      2. Compreendendo limites de envelhecimento (número de acidez, viscosidade)
      3. Compreendendo metas (Água, limpeza ISO)
      4. Estabelecendo limites estatísticos
      5. Estabelecendo limites de envelhecimento
      6. Estabelecendo metas baseadas em limites
    2. Análise de tendências gráficas
      1. Análise de taxas de mudanças
      2. Normalização de dados
      3. Comparação de dados de referência/linha de base
      4. Efeitos de óleo de reposição
      5. Tendência de “lock-step” (seguir um procedimento padrão, sem questionamento)
  11. Controle de Qualidade (6%)
    1. Redação de procedimentos
    2. Gerenciamento de registros
      1. Geração de registros
      2. Armazenagem de registros
    3. Amostras de controle de qualidade
      1. Tipos
      2. Gráficos de controle
    4. Revisão/modificação de procedimentos
    5. Auditorias
      1. Auditoria interna
      2. Auditoria externa
  12. Papéis e funções dos lubrificantes (8%)
    1. Óleo base
      1. Funções
      2. Propriedades
    2. Tipos e funções de aditivos
      1. Aditivos ativos de superfície e suas funções
      2. Aditivos ativos de óleo a granel e suas funções
    3. Lubrificantes sintéticos
      1. Tipos de lubrificantes sintéticos
      2. Condições que requerem sua utilização
    4. Regimes de lubrificação
      1. Hidrodinâmica
      2. Elastohidrodinâmica
      3. Limítrofe
    5. Testes de propriedades químicas e físicas de linhas de base
    6. Identificando discrepâncias em aditivos
    7. Modos de falhas de lubrificantes


Este treinamento ainda não tem depoimentos.

Diferente das certificações de campo (como MLA e MLT), as chancelas LLA (Laboratory Lubricant Analyst) avaliam especificamente as competências do profissional dentro do ambiente laboratorial. O Nível I foca na execução correta de testes básicos, segurança e manuseio de amostras. O Nível II avança para testes mais complexos, calibração rigorosa de instrumentos, controle de qualidade interna e detecção de erros de amostragem ou processamento.

O treinamento aborda de maneira executiva os principais testes de mercado sob a ótica das normas ASTM, englobando a medição de viscosidade cinemática, contagem de partículas (código ISO), titulação de água (Karl Fischer), número de acidez e basicidade (AN/BN), espectrometria de emissão atômica e ensaios de identificação de partículas de desgaste (ferrografia).

Para engenheiros de confiabilidade, gestores e inspetores de preditiva, este curso é um divisor de águas. Ao compreender exatamente como os testes são executados e onde ocorrem os erros analíticos dentro do laboratório, você ganha autoridade para auditar os laudos dos seus fornecedores terceirizados, otimizar os slates de ensaio solicitados e tomar decisões muito mais assertivas.

Este treinamento é um preparatório focado no domínio teórico-prático das normas, metodologias ASTM e conceitos exigidos para a atuação de excelência e aprovação nos exames do ICML. A dinâmica envolve simulações de cenários, estudos de caso e o passo a passo procedimental dos ensaios industriais.

A Confialub é referência nacional em engenharia de confiabilidade e lubrificação de precisão. Nossos instrutores possuem ampla vivência na implantação e auditoria de programas de monitoramento de fluidos. Você aprenderá a aplicar os conceitos laboratoriais conectados à realidade dos problemas industriais reais que a Confialub resolve em campo.
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Treinamento

Analista de Laboratório de Lubrificantes
— Níveis I e II

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